domingo, 7 de março de 2010

QUARESMA - TEMPO DE CONVERSÃO

Desde cedo aprendi que amar é ser feliz vendo a felicidade alheia. Que o mundo seria um grande paraíso se as pessoas tomassem consciência do grande dom do amor.
Cristo deu-nos este exemplo entregando sua própria vida para que toda a humanidade pudesse ser salva. Mas, não é egoísmo nem passar em rosto que esse amor seja reconhecido.
Deus deu um planeta inteirinho para as suas criaturas, mas deseja que ela reconheça com louvores e cumprimento dos mandamentos. Infelizmente, hoje está sendo fácil se dizer: "não dá mais", "não consigo", "não é pra mim".
Para mim, a dor de uma separação matrimonial está muito mais além do que por situação meramente humana, mas, por que um pedaço do Plano de Deus foi machucado pelo inimigo e, para ele, família separada é conquista da vitória de uma batalha.
Hoje não existe mais verdades, somente desculpas para se livrar logo do "problema".
A tal "liberdade" passou a ser algo mais valioso do que o compromisso sacramental.
"Na saúde e na doença" está mais sendo uma preocupação com a própria saúde do que com a doença do outro.
"Na alegria e na tristeza", muito mais desejando a sua própria alegria do que se preocupando com a tristeza de alguém.
"Amando-se" ficou sendo o gosto apenas. Mudou para: "Tenho um certo carinho" "te admiro".
"Respeitando-se" pensando apenas no respeito material do que na doação espontânea.
"Até que a morte os separe" este item está sendo muito pesado para os casais modernos.
Ainda não se conseguiu entender o mandamento do amor: "Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros". (Jo 13,34)
O que está se provando é que a humanidade não se ama.
Minha dor é imensa. Meu coração está machucado, comprimido por que muitas famílias deixam o inimigo entrar no seu lar e o deixa se alojar bem no centro.
Ele se delicia com a separação. E é aí que a dor é maior. Ele ri do Pai Eterno, pois, estragou uma parte do projeto de salvação.
Será que estão faltando rochas onde as casas possam ser construídas? Acredito que não. O detalhe é que hoje está se deixando o inimigo dinamitar o alicerce do lar.
Já não há mais diálogo familiar.
Não se faz programas em família.
"A televisão, o rádio e o jornal convencem mais cabeças do que o padre no altar" (Pe. Zezinho, scj). Mas, "eu ainda creio e quero crer" (Pe. Zezinho, scj).
Os barcos podem até afundar, mas se faz necessário ter sempre coletes salva-vidas para que se possa chegar até a margem.

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