domingo, 11 de abril de 2010

V JORNADA MISSIONÁRIA

Deu-se início, neste último sábado 10/04, a V Jornada Missionária envolvendo o II pólo missionário da Paróquia Nossa Senhora do Livramento, o município de Poço Branco.
Do dia 10 ao dia 17/04 os Grupos de Animação Missionária irão percorrer alguns pontos da cidade e distritos realizando visitas domiciliares e celebrações.
Segue abaixo a Programação.

Sábado (10/04 -Abertura)

TEMA: "Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura. (Mc 16,15)
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Mc 16,9 -15
CELEBRANTE: Grupo de Animação Missionária
LOCAL: Comunidade dos Baixos de São Miguel

Domingo (11/04)

TEMA: "Como o Pai me enviou, também eu vos envio." (Jo 20,21)
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 20,19 - 31
CELEBRANTE: Pe. João Maria dos Anjos
LOCAL: Igreja Sagrado Coração de Jesus

Segunda Feira (12/04)

TEMA: Eis que as coisas Velhas passaram e tudo se fez novo" (2Cor 5,17)
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 3, l - 8
CELEBRANTE: Valmir Fernandes
LOCAL: Residência de D. Lúcia Borges (Av. Manoel Rodrigues)

Terca-feira (13/04)

TEMA: "Sejam , como também o Pai de Vós é misericordioso" (Lc 6,36)
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 3,7-15
CELEBRANTE: Tia Menta
LOCAL: Residência de D. Cícera (Av. Pte. Médice, em frente a Sta. Cruz)

Quarta-feira (14/04)

TEMA: Jesus, morte e ressuscitado, chama nos à conversão
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 3,16- 21
CELEBRANTE: Padre ou Diácono
LOCAL: Conjunto Novos Tempos – CCI

Quinta-feira (15/04)

Adoração ao Santíssimo Sacramento, com Renovação do Compromisso missionário.
Local: Igreja Sagrado Coração de Jesus, a partir das 19hOO

Sexta- Feira (16/04)

TEMA: Partilhar o pão é missão de todos nós.
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 6, l -15
CELEBRANTE: Margareth
LOCAL: Residência de D. Minininha (Av. Geraldo Gonçalo - Conjunto)

Sábado (Encerramento -17/04)

TEMA: Seguir Jesus é caminhar por águas mais profundas.
PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA: Jo 6,16-21
CELEBRANTE: Diácono José Belizário
LOCAL: Capela Santa Terezinha

OBSERVAÇÕES

1. As celebrações terão início sempre às 19h30min,
2. Nos setores onde ocorrerão as celebrações, serão realizadas visitas durante o dia. O convite é estendido a todos que desejarem contribuir no trabalho missionário.
3. É recomendável que todos os grupos, movimentos e pastorais vivenciem este momento, contribuindo assim para o sucesso da V Jornada Missionária.

É MISSÃO DE TODOS NÓS, DEUS CHAMA E QUER OUVIR A SUA VOZ.

Procissão de entrada - Missa de domingo 11/04

Momento de Louvor

PÁSCOA, O SENHOR NO NOSSO MEIO!

Jesus venceu a morte e está vivo. Não só nesta noite santa da Vigília Pascal, mas em todas as circunstâncias em que ouvimos a voz do sacerdote aclamar: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO! Ao que todos os fiéis e ministros ordenados, em autêntica profissão de fé, exclamam: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS. Graças a essa verdade esplêndida, celebramos nesta noite santa, com imensa alegria, o Cristo Ressuscitado e com renovada esperança a vida nova de ressuscitados. Por isso, o venerável dia santo da Páscoa é o Domingo primordial, do qual derivam todos os outros domingos do ano. Domingo a domingo, celebramos com a Igreja a Páscoa semanal, que é o Dia do Senhor.
O Atos dos Apóstolos no capítulo 10, 34.37-43, relata o esplendor da Ressurreição, quando Pedro anuncia a Ressurreição de Cristo. Pedro, na casa do centurião romano Cornélio, na Cesárea, expõe o “kerigma”, núcleo central da fé cristã. Ele anuncia Jesus como o ungido de Deus, descreve a atividade do Messias fazendo o bem e curando os oprimidos, testemunha sua morte na cruz e sua ressurreição, concluindo que “quem nele crer, recebe a remissão dos pecados”. Em seguida, batiza a Cornélio e toda a sua família. É o primeiro pagão a ser admitido no grêmio do cristianismo por um dos Doze, como que numa prefiguração da vida nova que nasce de Jesus para todos os homens, e não só para os judeus.
As primeiras testemunhas do Ressuscitado são os discípulos, que anunciam a proposta de Salvação para que chegue a todos os homens. São Paulo, na primeira Carta aos Coríntios (5,6-8) recorda que no Batismo fomos sepultados com Cristo e com ele ressuscitado, exortando-nos a viver com Cristo uma vida nova: “Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto…” (1Cor 5, 6-8).
João, o discípulo amado, descreve a reação dos discípulos diante da descoberta do “sepulcro vazio” (Jo 20,1-9). Ele nos apresenta Maria Madalena, no “primeiro dia da semana” (ou de um novo tempo), ainda “no escuro”, procurando no túmulo o Cristo morto. Diante do túmulo vazio, se retira horrorizada, pensando que haviam roubado o corpo do Senhor. Mas quando o encontra, a fé desponta em seu coração. É o encontro feliz com o Senhor Ressuscitado. Maria Madalena representa a comunidade dos discípulos, que sente a falta de Jesus.
João narra, ainda, que Pedro, para quem a morte significava fracasso, recusava aceitar que a vida nova passasse pela humilhação da cruz. Para o Príncipe dos Apóstolos, a Ressurreição de Jesus era uma hipótese absurda e sem sentido. Com surpresa, ele viu o túmulo vazio e os panos dobrados... mas manteve-se “no escuro”. São Pedro representa o discípulo que tem dificuldade em aceitar Jesus e seus valores, acostumado a reconhecer outros conceitos e padrões. Ele representa também a velha prudência dos dirigentes, que impede a caminhada do povo de Deus. Nesse “novo”, incompreensível à luz da lógica humana, tantas vezes se revela o Mistério de Deus e se encarnam ecos de ressurreição e de vida nova.
Ao contrário de Pedro, o discípulo amado identificou-se com Jesus e com seus valores. Para ele, a ausência do corpo não o impediu compreender que Jesus continuava presente entre eles. Fazia sentido que Jesus tivesse ressuscitado, por isso “viu e acreditou”. João representa, portanto, o discípulo ideal, em constante comunhão com o Mestre, o modelo perfeito do verdadeiro discípulo, convidando-nos a identificarmo-nos com Jesus, na escuta atenta e comprometida de seus valores e ao seu seguimento.

“Ressuscitei e estou convosco para sempre”.

Estas palavras convidam-nos a contemplar Cristo ressuscitado, fazendo ressoar em nosso coração a sua voz. Com o seu sacrifício redentor, Jesus de Nazaré tornou-nos filhos adotivos de Deus, de tal modo que agora também nós podemos inserir-nos no diálogo misterioso entre Ele e o Pai. Assoma à mente aquilo que Ele disse um dia aos seus ouvintes: “Tudo Me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho senão o Pai, como ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar” (Mt 11,27).
Nessa perspectiva, sentimos que a afirmação dirigida hoje por Jesus ressuscitado ao Pai – “Estou convosco para sempre” –, como que por reflexo, diz respeito também a nós, “filhos de Deus e co-herdeiros de Cristo, se sofremos com Ele para sermos também glorificados com Ele” (Rom 8,17). Graças à morte e ressurreição de Cristo, também nós hoje ressurgimos para uma vida nova e, unindo a nossa voz à d’Ele, proclamamos que queremos ficar para sempre com Deus, nosso Pai infinitamente bom e misericordioso.
A Páscoa é o triunfo da vida, por isso este tempo santo expressa o drama mais profundo da realidade humana, a luta permanente da vida, que consegue reverter a dinâmica da morte. A Páscoa celebra o triunfo da vida sobre a morte, no momento em que a vida parece sucumbir e a morte parece vencer. A Ressurreição de Cristo nos garante que Deus assumiu a causa da vida.
A Páscoa não é apenas a comemoração de um fato passado. Ao contrário, é sempre um novo apelo de Deus, que nos convida a morrermos com Cristo, a nos separarmos do homem velho (do pecado), a fim de nos revestirmos do homem novo e ressurgirmos para uma vida nova na graça e na santidade.
A Páscoa não é apenas um dia especial do ano, mas um processo dinâmico, contínuo e permanente dentro de nós. Todos os dias, o cristão celebra a Páscoa, quando combate o homem velho do pecado, para se revestir do homem novo, em Cristo. Assim, todo Domingo, revivendo os mistérios pascais na celebração da Eucaristia, deve ser o momento forte da vivência dessa Páscoa, que parece não ter fim.
Vivendo a realidade da presença permanente de Cristo em nosso meio, deixemo-nos iluminar pela luz fulgurante deste dia solene. Com sincera confiança, abramo-nos ao Cristo ressuscitado, para que a sua vitória sobre o mal e sobre a morte triunfe também em cada um de nós, nas nossas famílias, nas nossas cidades e em nossa Pátria. Que as alegrias pascais iluminem todos os dias de nossas vidas.
Aleluia! Feliz Páscoa, porque Cristo ressuscitou verdadeiramente! Aleluia!

Padre Wagner Augusto Portugal
www.catequisar.com.br

QUANDO CAI A FICHA

Esta é uma expressão popular que indica o momento no qual uma pessoa toma consciência de algum fato, de alguma ocorrência, ou de alguma consequência, fruto de uma decisão tomada por si ou por outrem, e que não tinha alcançado ainda à sua parte racional. Em outras palavras, demonstra o surgimento do clique, do estalo por algo ainda não visto em sua real dimensão, nem analisado em seu total significado. A expressão tem origem naquelas radiolas instaladas em bares e restaurantes e que, ao receber a ficha que comanda o funcionamento de suas engrenagens, deixa cair o disco solicitado pelo cliente, passando a executar a música de preferência deste. Hoje, na verdade, é usada muito mais no sentido figurado do que se referindo ao equipamento instalado em casas de diversão. O qual, na maioria das vezes, tão somente entretém o saudosismo de alguém alcoolizado, querendo reviver antigas sensações.
De todo modo, embora mais utilizada em tom de deboche, tem profundidade em sua essência e um significado que vai muito além da simples pronúncia. Muitos crimes, conflitos e problemas das mais diversas cores e matizes teriam sido evitados se, em seus principais responsáveis, tivesse ocorrido o fenômeno do “cair a ficha”. Pedro, por exemplo, negou Jesus por três vezes – logicamente porque sua ficha ficara enganchada em alguma parte de seu equipamento cerebral. Quando, após uns solavancos advindos das circunstâncias, sua estrutura mental funcionou – ou seja, quando a ficha finalmente caiu – chorou amargamente. Interessante se notar que, em se tratando de cair a ficha, uns sujeitos dão mais trabalho do que outros. Hitler, Judas, Stalin, Pinochet, Fidel, Pilatos, Saul, Lampião... não nos deixam mentir. Sem deixar de mencionar os grandes criminosos, os grandes assassinos.
Personagens que, embalados por um ideal, por um sentimento de vingança ou simplesmente por desejos materiais de conquista, causaram enormes prejuízos a si, aos mais próximos e a populações inteiras, impulsionados, com certeza, por falhas de seus mecanismos mentais. Os quais, por lapsos de funcionamento, estabeleceram tardiamente – ou mesmo em hora nenhuma – o momento de fazer “cair a ficha”, de cessar a ação. Nesse sentido, cabe a pergunta: se a ficha de Hitler tivesse caído antes da eclosão da guerra tudo aquilo teria acontecido? Difícil resposta, difícil... Hitler, por sinal, é um personagem singular, pois seu prontuário histórico não assinala, em momento algum, a menor demonstração de sua parte em promover uma solução para o conflito. A não ser a que apontasse para a derrota total dos inimigos – e a tão perseguida, por ele e seguidores, destruição da população judaica.
Em inúmeros momentos da vida vemos pessoas citando essa expressão: “Fulano, caia a ficha!”... Querendo, com isso, mostrar a dificuldade de alguém acordar para a realidade. Ou de pessoas vivendo momentos e situações de desespero em razão da demora em processar a potencialidade do prejuízo que causariam por atitudes impensadas. Por sinal, a esse respeito, Jesus sempre nos alertou: “Vigiai e orai”. Ou por outra: “Fique atento!” Ou ainda: “Preste atenção ao que você está fazendo – e aos outros também!” Em suma, deixar cair a ficha ao longo da vida é muito bom. É sinal de humildade, de sabedoria, de discernimento, de inteligência, de ousadia, de determinação... E também de proteção, de anteparo às conseqüências de gestos tresloucados dos outros e de si mesmo. Como se vê, o assunto é sério e o momento é de azeitar a radiola. Ou a sua está enferrujada? Caia a ficha!!!!!!!!!


Públio José – jornalista
publiojose@garrapropaganda.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

DOR INCOMUNICÁVEL

A dor, principalmente a interior, aquela que fere a alma e dilacera o espírito, atinge as pessoas de todas as classes sociais, em qualquer tempo, em qualquer lugar. Dela ninguém escapa. Independentemente da posição social que ocupe, do poder aquisitivo alcançado, bem como do poderio político conquistado. A dor maltrata, subjuga, humilha, fragiliza qualquer um. É uma companheira indesejável no contexto de nossa existência. E, por maior que seja o esforço para não tê-la diante de si, ela está sempre presente, senhora absoluta do tempo, pairando soberana sobre os rumos da vida. Qualquer que seja a direção, ela está lá, planando sobre os fatos, feito carcará voando sobre a presa. Ricos e pobres a rejeitam; doutos e analfabetos tentam de todas as formas desviar-se dela; na cidade, no campo, a todo custo, todos querem se ver livres de sua companhia. Você, você mesmo, o que faria para se livrar da dor?
Não é preciso ser doutor no assunto para saber que existem vários tipos de dor. A dor física resultante de um acidente, de uma trombada com um obstáculo qualquer. A dor da decepção de outrem, de alguém próximo, de um amigo bem chegado, de um familiar.... Todas machucam bastante. Mas a dor mais dolorosa, mais intensa é aquela cujo autor é você – contra você mesmo. É uma ocorrência incomunicável pela sua própria natureza. Porque, para anunciá-la, você terá de se desnudar diante de alguém, expondo suas fraquezas e abrindo espaços interiores a outras pessoas. Espaços para os quais, até então, você só dava acesso a você mesmo. A mágoa de você contra você mesmo é incomunicável – pela sua própria essência. É essa qualidade, portanto, que faz dela uma experiência única e extremamente dolorosa.
Se a dor incomunicável é contada a alguém fere; se continua intocada no interior fere mais ainda, pelo peso, pela amargura e pelas conseqüências que começa a gerar – inexoravelmente. Quem carrega tal fardo (e quem não tem um para carregar?) enfrenta problemas terríveis, difíceis até de admitir a si próprio. Primeiramente, as culpas interiores lhe obrigam a se colocar na posição de acusador e réu ao mesmo tempo. Quando outros lhe acusam as saídas existem: um pedido formal de desculpas, o perdão, a retratação. Mas quando você ocupa o tribunal de sua mente na qualidade de promotor e culpado, qual a saída? Para quem apelar? Em segundo lugar, a dor incomunicável destrói a sua qualidade de vida. A tristeza, a amargura, a solidão passam a ser companheiras inseparáveis de sua existência.
O convívio com os outros torna-se uma experiência difícil de suportar. A alegria de terceiros machuca, dói. Sem perceber você fenece, murcha. O tempo passa, a vida desfila diante de você, mas nada mais lhe interessa. Às vezes você até se indaga: haverá uma saída? Terei chance algum dia de arrancar essa chaga de dentro de mim? Afinal, o que fazer? A partir de um determinado momento, tornando seu sofrimento ainda mais introspectivo, a dor incomunicável passa a lhe sugerir um desejo de morte. O suicídio, então, passa a ser considerado. O fascínio por uma solução final toma conta de sua mente. E agora, a quem se dirigir? Eis o dilema maior. Quem me ouvirá? Quem terá compaixão de mim? Quem entenderá meus motivos, minhas razões?
Num momento assim quanto você pagaria para encontrar a paz? Para voltar a viver e restabelecer seu equilíbrio interior? Entre os homens será muito difícil ter prontas as respostas que você tanto busca e a paz que você tanto almeja. Para um problema assim, só um interlocutor de primeira linha. Pronto a lhe ouvir – e com poder para lhe aliviar. Seu nome? Jesus. Jesus Cristo – o Filho de Deus. Afinal, foi Ele mesmo quem nos garantiu, segundo Mt. 11.28: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. É lamentável, mas as pessoas normalmente esquecem da existência de Jesus e da capacidade extraordinária que Ele tem de propor soluções. De retirar de seus ombros a cruz que você carrega e de sarar a chaga que tanto lhe corrói a alma e o espírito. Para tanto, basta conversar com Ele. E, assim, suplantar a dor e torná-la inapta a infernizar sua vida. Pense. Só uma boa conversa basta. Só.

Públio José - Jornalista

domingo, 4 de abril de 2010

SÁBADO DE ALELUIA E VIGÍLIA PASCAL

O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. Nas Filipinas, nação notoriamente católica, chama-se a este dia Sábado Negro. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados, pois, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações são as que fazem parte da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento, exceto o da Confissão. São permitidas exéquias, mas sem celebração de missa. A distribuição da comunhão eucarística só é permitida sob a forma de viático, isto é, em caso de morte.

A Vigília Pascal” inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “A mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: 1 - a benção do fogo novo e do círio pascal; 2 - a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; 3 - a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; 4 - a renovação das promessas do Batismo e, por fim, 5 - a liturgia Eucarística.

Em Poço Branco a Celebração da Vigília Pascal teve início às 19h com a presidencia do Pe. João Maria dos Anjos.
Abaixo slide com fotos do momento litúrgico.



SEXTA-FEIRA - PAIXÃO E MORTE DE NOSSO SENHOR

Na Sexta-feira da Paixão e Morte de Jesus, como o próprio nome já diz, celebramos sua entrega voluntária e amorosa por causa do Reino de Deus e por fidelidade e coerência, amor, liberdade e confiança.
Na liturgia da Sexta-feira da Paixão e Morte do Senhor, não celebramos a morte simplesmente. Celebramos a vitória daquele que viveu e morreu exemplarmente e por isso agradou a Deus. O beijo que damos na cruz, chamado de adoração, tem o sentido de comunicação do mesmo espírito que levou Jesus a enfrentar a morte digna e corajosamente, sabendo-se fiel ao Pai. Recebemos de Jesus a mesma força e coragem para enfrentarmos as nossas cruzes e a capacidade de descobrir nelas a semente da ressurreição que toda morte esconde.
A morte de Jesus é uma decisão voluntária: ele dá sua vida livremente. O Pai não quer a morte do Filho, mas aceita sua oferta livre e responsável pela salvação do mundo. Sua entrega é recompensada com a vida plena na ressurreição.

Pe. Severino
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Jaraguá - SP
(http://psconceicao.wordpress.com)




Em Poço Branco a celebração foi presidida pelo Diácono José Belizário, colaborador paroquial na cura pastoral da Paróquia Nossa Senhora do Livramento. Este é o único dia no ano em que não se pode haver celebração da Santa Missa. Este dia é de penitencia, jejum e abstinência.


sexta-feira, 2 de abril de 2010

QUINTA-FEIRA SANTA - CEIA

Nesta quinta-feira, 01/04, os fiéis se reuniram na Igreja do Sagrado Coração de Jesus para participarem da Missa da Santa Ceia do Senhor. Foi neste grande momento que o Senhor mostrou, também, sua dedicação em servir aos irmãos. Lavando os pés dos discípulos, Jesus proclamou de maneira concreta o primado do amor, amor que se faz serviço até o dom de si mesmo.
Aqui também marca a instituição da Eucaristia. Na véspera da festa da Páscoa, como Jesus sabia que havia chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo 12, 1).

Transladação do Santíssimo

A transladação do Santíssimo tem notícias históricas desde o século II. Mas o rito da adoração, na quinta-feira santa entrou na Igreja a partir do século XIII e foi difundindo-se até o século XV.
O que mais impulsionou foi a devoção ao Santíssimo Sacramento, a partir da segunda metade do século XIII, época em que o Papa Urbano IV decretou a festa de Corpus Christi para toda a Igreja (em 11 de agosto de 1264).
Foi, portanto, a prática devocional da eucaristia a principal responsável para a adoração ao Santíssimo na quinta-feira santa, após a missa da Ceia do Senhor.
O rito atual é muito simples e tem o seguinte significado: após a oração depois da comunhão, o Santíssimo é transladado solenemente em procissão para uma capela lateral ou para um dos altares laterais da igreja, devidamente preparado para receber o santíssimo.
Antes da transladação, o sacerdote prepara o turíbulo e incensa o Santíssimo três vezes. Depois, realiza-se uma pequena procissão dentro da igreja, que é precedida pelo cruciferário (pessoa que leva a cruz processional), velas e incenso.
Durante a procissão, canta-se o "Pange Lingua", traduzido em português, "Vamos todos...", exceto as duas últimas estrofes, "tantum ergo" (tão sublime sacramento...) que são cantadas depois da chegada da procissão na capela lateral, onde ficará o Santíssimo.
Após a transladação, a comunidade é convidada a permanecer em adoração solene até um horário conveniente. O significado é de ação de graças pela eucaristia e pela salvação que celebramos nestes dias do Tríduo Pascal.

CURIOSIDADE


Quarta-Feira de Trevas

Segundo os evangelhos de Mateus e Marcos*, na véspera da última ceia Jesus foi à casa de Simão, o leproso, onde uma mulher lavou seus pés com bálsamo de nardo, enxugando-os com seus cabelos — para desespero de Judas Iscariotes, que reclamou do desperdício. Jesus, porém, disse que a mulher estava já preparando seu corpo para a sepultura.
Cristãs alitorianas recordavam a data perfumando seus cabelos com as essências mais caras que tivessem em suas casas, preferencialmente nardo. Muitas guardavam dinheiro o ano inteiro para comprar o melhor perfume que pudessem no dia santo.
Na Turquia e Armênia sassânidas, onde a seita se refugiou após a condenação pelo concílio de Nicéia, o hábito se fundiu com antigos ritos de prostituição sagrada. As alitorianas iam às ruas nesta noite e usavam o que obtivessem pelos seus serviços para comprar o nardo.
O costume deu origem à crença, não sustentada pelos evangelhos, de que a mulher que lavou os cabelos de Jesus era Madalena, a pecadora.

* João situa o relato alguns dias antes, na casa de Lázaro, e diz que a mulher era Maria, irmã do morto ressuscitado.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

VIA-SACRA

Ontem, 31/03, os três setores missionários: Missionários com Cristo, Santa Terezinha e Imaculado Coração de Maria, da Comunidade do Sagrado Coração de Jesus, percorreram as ruas da cidade para a realização da Via-Sacra dando encerramento a Campanha da Fraternidade 2010.
Percorreram 14 casas onde foram montadas as estações. A XV estação aconteceu na Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Os fiéis se preparam para o grande momento da Páscoa.

Residencia do Sr. Fernando Cirilo sendo mais uma estação.
Diác. José Belizário conduzindo a Via-Sacra

TAIPU ENCERRA FESTA DA PADROEIRA

Após 10 dias de festejos foi encerrada neste domingo (06), a Festa de Nossa Senhora do Livramento 2015. No último dia houve a alvorada com...