quarta-feira, 1 de junho de 2011

ENCERRAMENTO DO MÊS DE MAIO E COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA

Maria é para nós cristãos católicos o grande ícone de fé, confiança, doação e serviço. Ao dizer "sim", quando o Anjo Gabriel lhe anunciou que por ela nasceria a salvação do mundo, Maria demonstrou sua condição de serva do Pai. Aquela que contribuia de corpo e alma para que o plano de salvação podesse chegar a todos os povos.

O ato de celebrar a festa de coroação de Nossa Senhora não é apenas uma tradição de uma comunidade, mas, lembrar que Maria é rainha do céu e da terra. Mãe e Rainha de toda a humanidade, mesmo para aqueles que ainda teimam em difamá-la com vários tipos de palavras e ações que bradam o céu.

A comunidade do Sagrado Coração de Jesus não poderia deixar esse momento passar em branco. Como acontece todos os anos todos se reúnem para a realização de uma linda festa em homenagem a Nossa Senhora.

Neste último dia 31 de maio, a partir das 18h, todos foram convidados para se reunirem em frente a Capela de Santa Terezinha, na rua 15 de novembro onde, após a oração do Santo Terço, saíram em uma linda carreata em direção a Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Lá, participaram da celebração de encerramento do mês de maio e coroação de Nossa Senhora, presidida pelo Diácono Permamente, José Belizário. Os fiéis lotaram a igreja numa demonstração de fé e devoção.

Após a celebração, o Diácono realizou a bênção dos veículos e todos foram convidados a se dirigirem ao ginásio de esportes para prestigiarem a 6ª Seresta da Família, evento que relembra Poço Branco velho, onde todos se reuniam numa espécie de quermesse no final de maio, após a coroação de Maria e participavam de brincadeiras e animações.

A animação ficou por conta de Vandinho dos Teclados e Dedé Silva, este que sempre dá sua contribuição fazendo doação de seu cachê para o Coração de Jesus.

A comunidade sempre está presente com doações de brindes e alimentos a serem vendidos e/ou leiloados no momento da seresta.

Com a ajuda daqueles que se doam ao serviço, mais uma vez tivemos este momento gratificante em nossa comunidade onde podemos sentir a força da fraternidade do Povo de Deus unido sem distinção de raça, cor, credo, posição social ou política.



domingo, 29 de maio de 2011

CONVITE

A Arquidiocese de Natal, através da Pastoral da Comunicação, tem a alegria de lhe convidar para participar da "Missa da Comunicação", dia 11 de junho, às 8 horas da manhã, na Catedral Metropolitana de Natal, localizada no centro da capital. A celebração, presidida pelo Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, será em comemoração ao Dia Mundial das Comunicações Sociais, cujo tema escolhido pelo Papa Bento XVI é "Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital".
Ficaremos felizes com a sua presença na "Missa da Comunicação".

Coordenação da Pastoral da Comunicação
Arquidiocese de Natal

quinta-feira, 19 de maio de 2011

ENCERRAMENTO DO MÊS MARIANO, COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA E 6ª SERESTA DA FAMÍLIA

Neste dia 31 de maio, a comunidade do Sagrado Coração de Jesus, em Poço Branco, mais uma vez se reunirá para a tradicional celebração de Encerramento do mês Mariano e Coroação de Nossa Senhora. Todos os devotos da Mãe Santíssima, que passaram os 30 dias do mês de maio em oração do Santo Terço, se reúnem para louvar a Deus por nos ter dado uma mãe tão amorosa e terna.

Maria, aquela que disse sim ao plano de salvação do Pai. Primeiro Sacrário Vivo de Jesus, seu Filho muito amado.

A partir das 18h, haverá uma concentração, na Capela Santa Terezinha, situada na rua 15 de novembro, para após a reza do Santo terço sair todos numa linda carreata pelas ruas da cidade em direção a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, onde acontecerá a celebração e coroação.

Coroação de 2010

Após a celebração, todos se dirigirão para o Ginásio de Esportes de Poço Branco, ao lado da igreja, para a VI SERESTA DA FAMÍLIA, evento que já se tornou tradição em nossa comunidade, onde as famílias se reúnem para se confraternizarem ao som de uma deliciosa seresta.

V SERESTA DA FAMÍLIA - 2010

domingo, 1 de maio de 2011

POR QUE EXISTE A FESTA DA MISERICÓRDIA?

Foi Jesus Misericordioso mesmo quem a instituiu! Sta. Faustina conta em seu Diário. Em 1931, Jesus lhe disse: " Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benta solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e este domingo deve ser a Festa da Misericórdia."
Não é maravilhoso?
Agora vamos rezar juntos? Clique no
blog.cancaonova.com/ricardosa

Fonte: http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/mensagem.php

PAPA CONVIDA FIÉIS BRASILEIROS A "ESCANCARAR AS PORTAS A CRISTO"

Ao final da Missa de Beatificação de João Paulo II, neste domingo, 1º, o Papa Bento XVI o recitou a oração do Regina Coeli, que tradicionalmente substitui o Angelus durante do Tempo Pascal.

Antes da oração, o Santo Padre saudou os peregrinos reunidos na Praça São Pedro, no Vaticano, em vários idiomas. Em língua portuguesa, Bento XVI cumprimentou as autoridades religiosas e os numerosos fiéis que foram a Roma para a beatificação de João Paulo II.

E a todos, o Papa desejou "a abundância dos dons do Céu por intercessão do novo Beato".

Leia a saudação na íntegra

"Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, de modo especial aos Cardeais, Bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, e numerosos fiéis, bem como às Delegações oficiais dos países lusófonos vindos para a beatificação do Papa João Paulo II.

A todos desejo a abundância dos dons do Céu por intercessão do novo Beato, cujo testemunho deve continuar a ressoar nos vossos corações e nos vossos lábios, repetindo como ele no início do seu pontificado: 'Não tenhais medo! Abri as portas, melhor, escancarai as portas a Cristo!' Assim Deus vos abençoe!"

BEATO JOÃO PAULO II - BEM AVENTURADO O PEREGRINO DE DEUS

No dia 2 de abril de 2005, véspera do 2º Domingo da Páscoa, o “Domingo da Divina Misericórdia”, o Papa João Paulo II, homem de Deus e da Igreja, homem simples do povo, entregou sua alma a Deus, após muitos sofrimentos físicos e depois de quase 27 anos à frente da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O lema que o Cardeal Woytila, de Cracóvia na Polônia, tinha escolhido era composto de duas palavras “totus tuus”, início de um hino de louvor e súplica a Santíssima Virgem Maria, a quem o Papa dedicara sua vida e a consagrou.
Todo teu sou, ó Maria! Assim ele viveu e, quando sofreu o atentado que quase o matou na Praça São Pedro, era 13 de maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem o Pontífice atribuiu “a mão que desviou o projétil” para que ele não morresse.
Quantos trabalhos e viagens pelo mundo! O Papa João Paulo II foi chamado “o Peregrino de Deus, o Peregrino da Paz”. A muitíssimos países, povos e nações visitou e a todos fazia ecoar as suas primeiras palavras na homilia do início do seu pontificado em outubro de 1978: “Abri as portas para o Senhor!”. E ele ainda reforçava: “Abri as portas, ou melhor, escancarai as portas para o Senhor. Não tenhais medo de Jesus Cristo”.
João Paulo II, na sua primeira visita ao Brasil, foi recebido com o canto: “A bênção, João de Deus, nosso povo te abraça. Tu vens em missão de paz. Sê bem-vindo e abençoa este povo que te ama. A bênção João de Deus”. E a cada vez que grupos de peregrinos ou mesmo nós, Bispos do Brasil, em Roma, cantávamos este refrão, João Paulo II parava e dirigia um sorriso ou um gesto carinhoso para aquele grupo no meio de tantos outros que o saudavam.
No ano de 2000, o ano do Grande Jubileu e do Perdão, ele convidou a todos para entrarem no terceiro milênio da encarnação e nascimento de Jesus Cristo, com festas e solenidades, mas sem deixarem de lembrar o perdão, a reconciliação com Deus e com os irmãos. Ele mesmo foi ao encontro dos judeus e colocou no muro do templo em Jerusalém o pedido de perdão e reconciliação de toda a Igreja. Convidou as religiões e igrejas cristãs ao encontro da paz e devoção em Assis, pondo em prática os documentos do Concílio Vaticano II, do qual era fiel sustentáculo e incentivador. Durante seu pontificado convidava a todos a buscar e a viver a santidade.
João Paulo II foi o homem da paz ao proclamar contra os que diziam que faziam a guerra em nome de Deus. Ele dizia “Guerra nunca mais! Eu o proclamo em nome da humanidade”. O único que poderia falar em nome de Deus não usurpou este direito e preferiu falar em nome das pessoas e dos pequeninos: “Guerras nunca mais”.
No dia do seu sepultamento, juntou-se em Roma uma multidão de mais de quatro milhões de pessoas vindas de todas as partes do mundo. Era bela e inusitada a afluência de tantos jovens no enterro do velho Papa.
Na frente da Basílica de São Pedro, junto ao corpo de João Paulo II, os Bispos, Sacerdotes, Religiosos e quantas autoridades de tantos países. Ele, ainda na sua morte, trouxe para junto de si governantes ou representantes de países que estavam em conflitos. O Sumo Pontífice morto ainda falava e ensinava a paz.
O povo aclamava “Santo Súbito”, isto é, que ele seja declarado Santo já, agora. Santo Imediatamente.
O cardeal que presidiu no dia 8 de abril de 2005 a Missa Solene de Exéquias, Joseph Ratzinger, foi eleito o sucessor de João Paulo II com o nome de Bento XVI, e será ele que ouviu a aclamação do povo: “Santo Súbito”, que neste domingo da Divina Misericórdia, 1º de maio de 2011, Dia do Trabalhador, proclamará Bem-aventurado o Bispo da Santa Igreja, o Papa João Paulo II.
E nós, felizes e sinceros, na verdade da nossa fé, faremos ecoar por todo o mundo: Bem-aventurado João Paulo II.

Rogai por nós.

Amém! Aleluia!

Dom Bruno Gamberini
Arcebispo Metropolitano de Campinas - SP
(Fonte: http://www.cancaonova.com.br)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CRONOGRAMA DE ADORAÇÃO AO SS. QUINTA E SEXTA

Quinta

* 19h às 20h – Setores missionários e Grupo de Cânticos Filhos de Maria;
* 20h às 21h – Catequese;
* 21h às 22h – Terço dos Homens;
* 22h às 23h – Grupo de Cânticos Sagrado Coração de Jesus;
* 23h às 24h – Apostolado da Oração.

SEXTA

* 07h às 08h – Ministros da Eucaristia;
* 08h às 09h – Grupo de Cânticos Santa Terezinha;
* 09h às 10h – Pascom e Grupo de Cânticos Nova Semente;
* 10h às 11h – Dízimo;
* 11h às 12h – Apostolado da Mãe Rainha;
* 12h às 13h – Escoteiros;
* 13h às 14h – Legião de Maria;
* 14h às 15h – Comunidade em Geral.

DOMINGO DE RAMOS

Um grande número de fiéis reuniram-se na parada central, na entrada da cidade de Poço Branco para participarem da procissão de ramos. Com o rito inicial da celebração, o Pe. Assis fez abertura e a bênção dos ramos.

Logo após, todos se dirigiram com cânticos para a igreja do Sagrado Coração de Jesus, onde se deu o prosseguimento da Santa Missa. Com a igreja lotada, todos participaram atentamente da Santa Missa que dá início as celebrações da Semana Santa.

Bênção dos Ramos

Procissão

Igreja Lotada

Homilia

Pe. ASSIS REÚNE FIÉIS E AGENTES DE PASTORAIS

O Pe. Assis reuniu, nesta sexta-feira 15/04, fiéis e agentes de pastorais das comunidades de Taipu e Poço Branco para uma explanação sobre a Semana Santa e a conduta real que todo cristão católico deve ter. Com uma catequese apurada e de maneira acessível, o Pe. Assis falou a todos sobre a verdadeira importância da vivência das celebrações da Semana Santa e o grande valor que se tem para nós cristãos. Mostrou a todos o sentido de cada celebração, desde o Domingo de Ramos até o Domingo da Ressurreição.

Ele enfatizou cada momento e exortou a todos a cerca da participação no Tríduo Pascal, quinta, sexta e sábado, em preparação para a Páscoa do Senhor. Lembrou que, infelizmente, muitos católicos apenas vão à igreja em tempos de festas e que não entendem o valor real da Santa Missa, onde, a cada missa celebrada, se memoriza a vida, paixão e morte de Jesus.

Um fato importante lembrado, é a entrada de Jesus em Jerusalém, mostrada no Domingo de Ramos, onde os filhos dos Hebreus receberam Jesus com ramos de palmeira aclamando-o: "Hosana ao filho de Davi". Este mesmo povo foi até o palácio de Pilatos e gritaram: "crucifica-o!, "solte Barrabás".

Hoje, continuamos a condenar Jesus com nossas ações egoístas e mesquinhas, quando não amamos nossos irmãos, deixamos de ir à missa e damos toda espécie de desculpas para não se achegar ao Senhor. Continuamos a crucificar Jesus e machucando seu Coração Sagrado que se doou pela nossa salvação.

Que o Sangue de Cristo derramado na cruz possa nos tocar e assim, entendermos o grande valor de sua doação por cada um de nós que fomos resgatados por sua morte e ressurreição. Ele que, pessoalmente, se fez alimento de vida eterna pra nós.

Pe. Assis

Povo atento

ENCERRAMENTO DA CF 2011 EM POÇO BRANCO

Os três setores missionários, Sagrado Coração de Jesus, Santa Terezinha e Imaculado Coração de Maria, se reuniram nesta sexta-feira, 15/04 à noite, na capela Santa Terezinha para, com uma celebração, realizarem o encerramento da Campanha da Fraternidade 2011.

Aproveitando o dia da realização do Terço dos Homens, todos se reuniram para louvarem ao Senhor agradecendo por mais um trabalho cumprido em prol do Reino.

Os homens fizeram a primeira parte com o Santo Terço e logo após a Ir. Lucimar presidiu a celebração da Palavra.

Após a celebração houve uma confraternização onde todos trouxeram alguns alimentos para serem partilhados entre si. Um verdadeiro Ágape.

Grupo do Terço dos Homens

Comunidade participante

Partilha

quinta-feira, 14 de abril de 2011

HORÁRIOS DE CONFISSÕES EM POÇO BRANCO

Em Poço Branco, o Pe. Assis realizará confissões para atender os fiéis em preparação para a grande festa cristã: a Páscoa do Senhor. As confissões serão na Igreja do Sagrado Coração de Jesus.
QUARTA Pela manhã, das 08h às 11h À noite: 19h às 21h SEXTA À noite: 19h às 21h

SEMANA SANTA

A Semana Santa de 2011 está chegando e o Pe. Francisco de Assis reunirá, nesta sexta-feira, 15 de abril, às 19:30h, as comunidades de Taipu e Poço Branco para um momento de "tira dúvidas" à respeito das celebrações do Tríduo Pascal (quinta, sexta e sábado) e Domingo da Ressurreição e o significado de cada momento.

O Pe. Assis trará um ônibus com o pessoal das pastorais de Taipu para Poço Branco onde, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, realizará este encontrão com o povo de Deus para que todos possam viver este momento tão sublime.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

SÃO MARCOS - EVANGELISTA

Apóstolo de Cristo de origem pouco conhecida, autor do segundo dos evangelhos sinóticos, os outros são os Mateus e Lucas, e considerado fundador da igreja do Egito e, também, fundador da cidade italiana de Veneza. Seu nome aparece nas epístolas de São Paulo, que se refere a ele como um de seus colaboradores que enviavam saudações de Roma. A principal fonte de informações sobre sua vida está no livro Atos dos Apóstolos. Filho de Maria de Jerusalém e primo de Barnabé, já se havia convertido ao cristianismo quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém (44) trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia (At 11,30). Acompanhou Barnabé e Paulo a Antióquia (12,25), na hoje Turquia, onde atuou como auxiliar de Paulo, mas voltou à Jerusalém quando chegaram a Perge, na Panfília. Depois ele e Barnabé teriam embarcado para à ilha de Chipre (13,4-5), na sua primeira viagem apostólica, porém o apóstolo não voltou a ser mencionado nos Atos. De Chipre passou a evangelizar a Ásia Menor e, em decorrência de alguns conflitos, separou-se de Paulo e Barnabé em Perge (Panfília) e voltou para Jerusalém (13,13). Voltou a Chipre (50) acompanhado apenas de Barnabé (15,39) e depois foi para Roma como colaborador de Paulo, prisioneiro naquela cidade (Cl 4,10; Fm 24). É possível que tenha deixado Roma antes da perseguição de Nero (64), pois depois (67) o apóstolo de Tarso, prisioneiro pela segunda vez, escrevia a Timóteo pedindo-lhe que levasse consigo, de Éfeso para Roma, o seu discípulo e colaborador, já que este lhe era muito útil em seu ministério (2Tm 4,11). Em Roma, também entrou em contato com Pedro, pois este, dirigindo-se aos fiéis do Ponto, da Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, saúda-as em nome do evangelista, a quem afetuosamente chama de filho (1Pd 5,13). Provavelmente escreveu em Roma o Evangelho (50-70) que traz o seu nome e que compila e reproduz a catequese de Pedro. Seu Evangelho destinou-se aos cristãos provenientes do paganismo e tem um estilo simples e vigoroso e com seus 661 versículos, é o Evangelho menos extenso. No século II, o bispo Pápias de Hierápolis, Anatólia, afirmou que ele teria sido intérprete de São Pedro. Embora sejam parcas as informações sobre o evangélico, é indiscutível sua importante participação nos primeiros tempos da igreja cristã. Na Itália seu nome está ligado à cidade de Veneza, para onde mercadores venezianos provenientes de Alexandria, transportaram o que diziam ser as suas relíquias (828). Seu símbolo como evangelista é o leão e a Igreja Católica festeja seu dia em 25 de abril, data em que o evangelista teria sido martirizado.

domingo, 3 de abril de 2011

POSSE DO NOVO ADMINISTRADOR DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO


No dia 23 de março, a Paróquia Nossa Senhora recebeu seu novo administrador, o Pe. Francisco de Assis da Silva, em solenidade presidida pelo Sr. Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, onde também estiveram presentes vários sacerdotes da Arquidiocese de Natal e da Paraíba. O Pe. Assis chega com o desafio de dinamizar o trabalho pastroral e administrativo da Paróquia. Para os dois municípios que compõem a Paróquia, Taipu e Poço Branco, o Pe. Assis traz em sua bagagem a experiência de trabalhos realizados em outras paróquias e muitos estudos obtidos em seu tempo sacerdotal. Alguém dinâmico que quer que o povo participe mais ativamente da vida paroquial. Abaixo, segue o seu dircusso de posse. . Exm°. Sr. Arcebispo Dom Matias Patrício de Macedo; . Exm°. Sr. Prefeito Municipal de Taipu, Sebastião (Bastinho); . Revm°s. irmãos no presbitério; . Meus irmãos e irmãs paraibanos, natalensens; . Minha família; . Queridos paroquianos e paroquianas; Ao mesmo tempo em que invoco a proteção da Santíssima Virgem em sua invocação de Nossa Senhora do Livramento, Patrona desta Paróquia, para mim e para todos os queridos paroquianos, desejo que todos aqui presentes sejam também contemplados por esta mesma bênção, enquanto e por enquanto tudo se ensaia, tudo se planeja, tudo se inicia. Nossa Senhora, cada vez mais amiga e mais solícita, velará especialmente por nós, não só nesta hora, mas por todo o sempre. Quando é a alma que rala, as almas são atingidas. Quando é Deus quem rala, quem pode resistir? Oxalá possa Deus falar ao meu, aos nossos corações. Como não receber, com espírito de fé, esperança, caridade plena e alegria, a determinação fraterna da minha Igreja, através do meu Pastor D. Matias, a determinação para que eu viesse, como irmão, e na caridade, pastorear este rebanho? Trata-se da Ação Divina. Com a providência não discuto. Aceito de coração aberto, a preferência divina. Deus quis precisar de mim. Eu não me pertenço: eu sou uma arma secreta da Igreja de que Deus quis precisar de mim, apesar dos enormes limites, para ajudar acordar as mentalidades e acalentar os corações. Aqui faço questão de salientar um sentimento: Nenhum medo. O Senhor está presente. Longe de qualquer sentimento esnobista, estou de fato me sentindo como se estivesse assumindo a minha primeira Paróquia, lá pela Paraíba, mas concretamente, na Serra de Araruna. Digo mais: Um tempo novo começou na minha vida. Pedir a proteção de Deus é preciso. Que nem as dificuldades me abatam, nem os sucessos me façam tontear. Preciso de visão larga, sintonização perfeita, sentido construtivo, profundo amor à Igreja... Intenção exclusiva: ajudar a todos os meus irmãos na fé. Fiz-me apóstolo desta ideia. Em síntese: viver, com a graça divina, o ideal de vida. Mergulhar pensamentos, palavras e obras na fë, na esperança e na caridade. Deus me proteja de maneira encantadora. Assim sendo, há tranquilidade interior. Paz! Claro, que não estarei ausente de sustos e aflições, mas também de alegria e esperança. Tenho pensamento de paz, não de medo, muito menos de aflição. Tranqüiliza-me sentir que, com a graça divina, vivo, cada vez mais, a vontade divina. Mais precisamos cultivar a humildade: Os tempos passam. Podemos amadurecer com eles. Dentro da dinâmica da vida, a partir dos avanços e recuos, do que é certo ou menos certo. Coloco-me, pois, em ângulo muito diverso de alguns que me levaram pela contra mão. Não é presunção de minha parte. Deus sabe que não o é. Longe de mim do desejo imoderado de atrair admiração. Parece-me de enorme beleza a coragem de rever posições, de reconhecer atitudes não muito acertadas, de assumir posição mais humana, mais caridosa e mais cristã, própria de um irmão, que recebe da Igreja a missão de confirmar os irmãos na fé, de comum acordo com a Graça do Filho, o Amor do Pai e a Comunhão do Espírito Santo. Deus vai ajudar-me a fazer o mais sereno, o mais cristão, o mais maduro. Peço misericórdia e paz. Claro que quem pede misericórdia é obrigado a aplicar misericórdia; quem pede paz, deve transformar-se em mensagem de paz. É claro que a responsabilidade é grande. Que Deus me inspire! Que Deus me ilumine! Que cada gesto, cada palavra, cada silêncio seja adequado à vontade divina. Não me recriminem pelo que vou dizer. Espero ser compreendido. Nesses próximos dias passados, em contato com alguns irmãos e irmãs, tenho conseguido ler na fisionomia das pessoas, em relação ao novo irmão que acabar de chegar a esta Comunidade paroquial, a exigência de autenticidade; crêem que é preciso gestos humildes, mas concretos; querem mais limpidez nas relações humanas e ardor no anúncio do Evangelho; é o que Taipu e Poço Branco esperam, sem sombra de dúvida, e de modo especial. Como fazer? O fundamental não é chegar a ações extraordinárias, mas a fazer, de modo extraordinário, o ordinário... O desejo de trabalhar é incomensurável: Sozinho, nunca. Jamais. Arrancada ou se faz em equipe, em regime de ajuda fraterna, de apoio mútuo, ou não se faz. Está no caminho certo o poeta e cantor quando diz: "Sonho que se sonha só é pura ilusão". Sonhemos de coração a coração! De mãos dadas! Sintonizados e banhados pela força do Espírito de comunhão com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, Aparecida e o Projeto Pastoral de Evangelização da Arquidiocese de Natal, iluminados pela graça da Trindade Santa em nome de quem iniciamos toda a prece e de quem recebemos toda a inspiração, esperamos e confiamos que esta Comunidade paroquial viva uma forte comoção e experimente a alegria de ser discípula missionária, para que nossos irmãos e irmãs em Cristo tenham Vida. Como não recordar aqui as palavras do inesquecível timoneiro da paz, João Paulo II, de saudosa memória? Na sua Carta Apostólica Novo MiUennio Ineunte, o Papa nos chama a atenção, dizendo "que as palavras que um dia Jesus, depois de ter alado às multidões da barca de Simão, convidou o 'Apóstolo a avançar para águas mais profundas' e a lançar as redes para a pesca: "Duc in altum" (Lc 5,4). Pedro e os primeiros companheiros confiaram na palavra de Cristo e lançaram as redes. 'Assim fizeram e apanharam uma grande quantidade de peixe' (Lc 5,6). Duc in altum! Estas palavras ressoam hoje aos nossos ouvidos, convidando-nos a lembrar com gratidão o passado, a viver com paixão o presente e a abrir-nos com confiança ao futuro: "Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre" (Heb 13,8). Agora é hora de me perguntar a num mesmo? Qual a razão de ser de minha presença por estas terras? Assim enuncia o objetivo geral das Atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2008-2010): "Evangelizar, a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pêlos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, "para que todos tenham Vida e a tenham em abundância" (Jo 10,10). "Só uma Igreja missionária e evangelizadora experimenta a fecundidade e a alegria de quem realmente realiza sua vocação. Assumir permanentemente a missão evangelizadora é, para todas as comunidades e para cada cristão, a condição fundamental para preservar e reviver o clima pascal de alegria no Espírito, que animou a Igreja em seu nascimento e a sustentou em todos os grandes momentos de sua história. Por isso, o apóstolo Paulo podia afirmar e confirmar com vigor: "Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim. É, antes, uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se eu não evangelizar" (cf. l Cor 9,16). Deus tem ajudado à Igreja que está em Natal, inspirando os seus pastores., e, de maneira bastante generosa, nesses últimos tempos, ao nosso Pastor Dom Matias, na condução da Igreja ser aberta, arejada, corajosa e definida no seu Projeto Arquidiocesano de Evangelização. Basta vermos o Objetivo Geral dos Programas 2009-2011: "Propor o desenvolvimento de ações missionárias, de formação e de setorização para proporcionar a renovação das comunidades, seguindo os passos do Documento de Aparecida, atendendo às dimensões da pessoa, da comunidade e da sociedade". Pois bem, como não dar relevo a tudo isso, sobretudo, quando escutamos os nossos pastores, os bispos falando na V Conferência Latina Americana e do Caribe, em Aparecida, ao afirmarem que "a grande tarefa de proteger e aumentar a fé do povo de Deus e recordar também aos fiéis deste Continente que, em virtude de seu Batismo, são chamados a ser discípulos missionários de Jesus Cristo" (n. 10)? "A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais... Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários... (n. 11). "A todos nos toca recomeçar a partir de Cristo, reconhecendo que 'não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva" (12). "Conhecer Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher. Mas então Taipu e Poço Branco, vamos continuar, como vocês vinham agindo, em comunhão com os meus irmãos padres antecessores, não medindo sacrifício para corresponder, de todo, ao Plano Divino. O que era bom, ainda mais se aprimora. Claro, sintonizados com o zonal, a Diocese, o Regional, o Brasil, embora sempre com este pano de fundo sob os olhos, mas em primeiríssimo lugar, o esforço máximo de nossa vida pertence à Igreja, porção do povo de Deus, que está aqui nesta Paróquia de Taipu, que tem como patrona Nossa Senhora do Livramento. Mas Como passar dos bons desejos, dos bons propósitos, à realidade, pondo em função tantos desafios? Como dar-lhes formas e expressão? Como dar o relevo merecido às Pastorais e as Irmandades e aos Serviços e aos Movimentos? Como dar presença ao mundo da política, da Escola, do trabalho, da família, dos artistas, na vida dos pobres e de qualquer condição social? Como intensificar a caridade e a justiça entre nós? Quem tiver sido esquecido que me perdoe e me complete. Quanta responsabilidade!..., mas acredito que poderei contar com a compreensão das nossas comunidades, dos irmãos presbíteros, especialmente aqui do zonal e, também, dos leigos e leigas, protagonistas da missão e, ainda as bênçãos do nosso Pastor Arquidiocesano D. Matias, nesta nova fase evangelizadora missionária e catequética, por esta seara. Espero poder priorizar e cultivar bem o diálogo com qualquer um, com qualquer uma. Sem quebra de tranquilidade interior, vamos ao diálogo, porque ele não menos misterioso, profundo e belo... Como é bom ter a confiança de pensar alto, sem travo e sem medo, concordando ou discordando, dizer o pensamento até o fim. Duas ideias, entre tantas trazidas pela Conferência de Aparecida, gostaria de refletir um pouco aqui e agora, e de maneira mais demorada, mas não o faço por causa do tempo, é o tema sobre a Paróquia, comunidade de comunidades. As Paróquias são chamadas a ser casas e escolas de comunhão''(n. 170) e o outro tema diz respeito a Identidade e missão dos presbíteros, que aliás tudo se resume na citação: "Minha Missa é minha vida e minha vida é uma Missa prolongada!" (cf. n. 191). Testemunho é o que o povo quer: Nada contra a quem é intelectual, mas o que o povo quer mesmo é testemunho de cristianismo autêntico. Não basta saber língua. Não basta facilidade de falar. Nem mesmo cultura requintada. O que o povo quer é santidade. E santidade não se finge: o povo tem faro. Santidade não se improvisa: tem que ter por de trás toda uma existência de real e profundo amor a Deus e aos homens e mulheres. Meu lema de vida (meu preceito): Meu lema de vida: diálogo, "alegria, simplicidade, misericórdia". Espero que o que acabo de dizer não se tome impotente em minha vida, em nossa vida! Faço minhas as palavras de Dom Helder Câmara ao dizer: "Sabem o que considero imensa graça divina? E viver cada instante com 101% de autenticidade e vibração". "Senhor, mostrai-me vossos caminhos e ensinai-me as vossas veredas". Ajuda-nos, Pai querido, a acertar com a Tua Vontade, sem, de modo algum, defender a nossa como se fosse a tua". Graça divina: Dizia Dom Helder Câmara: "Tudo é graça! E graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa; manter o ritmo e não desistir, podendo ou podendo, caindo embora aos pedaços chegar até o fim!". Trindade Santa, quanto ao que eu disse, se possível, complete o que falta à fala de menos, e entenda e perdoe o que sobra na fala demais... Que Deus nos abençoe nos conduza e Nossa Senhora do Livramento também! Assim seja! Agradecimentos: - A Deus...; - A Dom Matias; - Referência ao Arcebispo: Dom Matias, homem de naipe e quilate especiais: Com ele, sim, podemos conversar de coração aberto, alma rasgada, sem medos ou restrições... Como o senhor, conheço poucos homens tão serenos, tão simples, tão sinceros, tão generosos. Quanta leveza de coração! Eu sou mais um, entre tantos outros testemunhos do que acabo de afirmar. Foi do Senhor, Dom Matias, que Deus se serviu para trazer-me a Natal, a Paróquia de Nossa de Lourdes e Mãe Luíza, e agora Taipu e Poço Branco. - Pé. Robério... - As Comunidades... - Os amigos que vieram de outras paróquias: + de Natal, + do VII Zonal, + do Estado da Paraíba.

sábado, 19 de março de 2011

ECLESIOLOGIA - DOUTRINA DA IGREJA

A palavra IGREJA provém do grego ekklesia (assembléia). Entende-se por igreja a totalidade dos salvos em Cristo, dos que estão compromissados com a obra do Senhor, dos separados (santos) pela aceitação de Jesus como Senhor e Salvador. A Igreja é aqui na terra o Corpo Místico de Cristo. Nesta acepção, é chamada Igreja invisível, a que tem vida interior espiritual. Cristo é a cabeça desse corpo. Dá-se o nome de Igreja Local ao grupo de pessoas ¬ chamadas de membros - unidas na mesma fé em Cristo Jesus, que se reúnem regularmente em determinado lugar, sob a coordenação e direção de um chefe espiritual. Neste caso, chama-se Igreja visível, ou seja, a igreja institucional, organizada, formal, terrena. Individualmente, o membro da igreja não é igreja. O termo “Igreja” foi mencionado pelo Salvador em duas ocasiões:

1) “E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Marcos 16.18). “Tu és Pedro” (“petros”, palavra grega designativa de pequenos blocos rochosos, fragmentos de rocha, pedras pequenas, pedras de arremesso). “Sobre esta pedra (“petra”, rocha grande e firme). Logo, a Igreja seria firmada sobre a Rocha. Jesus é a “petra”, a Rocha sobre a qual Sua Igreja está edificada (Daniel 2.34; Efésios 2.20; Atos 4.11; Romanos 9.33; 1 Coríntios 10.4; 1 Pedro 2.4). Se a Igreja é o corpo de Cristo, Pedro não poderia ser o cabeça da Igreja. A cabeça desse corpo é o Senhor Jesus (Efésios 1.22-23; Colossenses 1.18).

2) “E, se não as ouvir [as testemunhas] dize-o à Igreja; e, se também não ouvir a Igreja, considera-o como gentio e cobrador de impostos” (Mateus 18.17). Entre Cristo e a Igreja existe plena comunhão (Mateus 18.20; Marcos 16.15-18).

A Igreja Católica define-se pelas palavras do Credo Niceno-Constantinopolitano, como:

UNA porque nela subsiste a única instituição verdadeiramente fundada e encabeçada por Cristo para reunir o povo de Deus, porque ela tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo e porque ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade.

SANTA por causa da sua ligação única com Deus, o seu Autor, porque "o Espírito Santo vivificou-a com a caridade" e porque ela é a "Esposa de Cristo"; também porque ela, através dos sacramentos, tem por objectivo santificar, purificar e transformar os fiéis, reunindo-os todos para o seu caminho de santificação, cujo objectivo final é a salvação, que consiste na vida eterna, na realização final do Reino de Deus e na obtenção da santidade.

CATÓLICA porque a Igreja é universal e está espalhada por toda a Terra; é portadora da integralidade e totalidade do depósito da fé; "leva e administra a plenitude dos meios" necessários para a salvação" (incluindo os sete sacramentos), dados por Jesus à sua Igreja; "é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam"; e nela está presente Cristo.

APOSTÓLICA porque ela é fundamentada na doutrina dos Apóstolos cuja missão recebeu sem ruptura. Segundo a Doutrina Católica, todos os Bispos da Igreja são sucessores dos Apóstolos e o Papa, Chefe da Igreja, é o sucessor de São Pedro ("Príncipe dos Apóstolos"), que é a pedra na qual Cristo edificou a sua Igreja.

Além disso, a Igreja, entre os seus inúmeros nomes, também é conhecida por:

Corpo de Cristo porque os católicos acreditam que a Igreja não é apenas uma simples instituição, mas um corpo místico constituído por Jesus, que é a Cabeça, e pelos fiéis, que são membros deste corpo único, inquebrável e divino. Este nome é assente também na fé de que os fiéis são unidos intimamente a Cristo, por meio do Espírito Santo, sobretudo no sacramento da Eucaristia. A Igreja Católica acredita que os cristãos não-católicos também pertencem, apesar de um modo imperfeito, ao Corpo Místico, visto que tornaram-se uma parte inseparável d'Ele através do Batismo - constituindo assim numas das bases do ecumenismo actual. Ela defende também que muitos elementos de santificação e de verdade estão também presentes nas Igrejas e comunidades cristãs que não estão em plena comunhão com o Papa.

Esposa de Cristo porque o próprio Cristo "Se definiu como o «Esposo» (Mc 2,19) que amou a Igreja, unindo-a a Si por uma Aliança eterna. Ele entregou-se a Si mesmo por ela, para a purificar com o Seu sangue, «para a tornar santa» (Ef 5,26) e fazer dela mãe fecunda de todos os filhos de Deus"

Templo do Espírito Santo porque o Espírito Santo reside na Igreja, no Corpo Místico de Cristo, e estabelece entre os fiéis e Jesus Cristo uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só Corpo. Para além disso, Ele guia, toma conta e "edifica a Igreja na caridade com a Palavra de Deus, os sacramentos, as virtudes e os carismas".

Pe. Jonerikson Gomes
Vigário Paroquial
Macaiba.

sexta-feira, 18 de março de 2011

POSSE DO NOVO ADMINISTRADOR PAROQUIAL

Está marcada para quarta-feira, 23/03, a posse do novo Administrador Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Livramento, às 19h, na Igreja Matriz, em Taipu.
Além da presença dos fiéis de toda a paróquia que são convocados a participar desta cerimônia, estarão presentes alguns padres do clero da Arquidiocese de Natal e o Sr. Arcebispo Metropolitano, Dom Matias Patrício que dará posse ao novo administrador, o Pe. Francisco Assis.

quinta-feira, 17 de março de 2011

ESPAÇO CIDADANIA

A Constituição Federal de 1988 diz em artigo 5 que “ todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à segurança...”
Mas será que os direitos e garantias auferidos no artigo 5 da Constituição Federal são respeitados? Todo o cidadão brasileiro vive sob o prisma encontrado nesse artigo? Não há distinção de pessoas, ou classe social em nosso país? Todos tem realmente o direito à vida, à liberdade, à igualdade e à segurança? A resposta é uma só para todos esses questionamentos. Não!
Vivemos em constante contradição com nossa Constituição Federal que é a lei maior de um país. A igualdade entre cidadãos já se tornou uma utopia, sendo considerada apenas um sonho bonito e distante da feroz realidade brasileira. Percebe-se também que vidas são varridas do seio social antes mesmo de terem a oportunidade de nascer.
A liberdade já não é algo natural, haja vista que nas grandes cidades em determinado horário não se pode circular livremente nas ruas, tamanha é a violência. No que tange a segurança a calamidade já se fez real, tomando conta dos bairros e ruas das metrópoles e que hoje também tem se estendido para as cidades pequenas e pacatas.
Por fim, os direitos e garantias resguardados em nossa Constituição e expressado em seu artigo 5 em sua maioria não são respeitados e muito menos cumpridos. Sendo assim, toda a sociedade querendo ou não, é afetada direta ou indiretamente. A lei está no papel, entretanto, o nosso artigo 5 serve apenas de enfeite, já que não atende aos seus anseios da sociedade brasileira.

Josy Souza

terça-feira, 15 de março de 2011

NOVO ADMINISTRADOR PARA A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

O Pe. João Maria dos Anjos Sobrinho chegou a paróquia Nossa Senhora do Livramento no ano de 2004 quando ainda cursava o 4º ano de Teologia, para realizar o seu estágio pastoral junto com o então administrador paroquial, Pe. Jonerikson Gomes.
No dia 04 de abril de 2005, foi ordenado diácono provisório continuando a trabalhar na paróquia.
No dia 12 de outubro do mesmo ano foi ordenado presbítero pela mãos do Senhor Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo.
Após sua ordenação, o Pe. João dos Anjos foi auxiliar o Pe. Assis na paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Ceará-Mirim, atuando por lá até o final de 2007.
No dia 21 de janeiro de 2008 tomou posse como administrador paroquial da paróquia Nossa Senhora do Livramento onde esteve até a presente data.
Agora terá um novo trabalho como vigário paroquial na paróquia de Santo Antonio de Pádua, em Parque dos Coqueiros, Natal.
O novo administrador da paróquia Nossa Senhora do Livramento é o Pe. Francisco Assis que atuou como vigário na paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Petrópolis, auxiliando o Pe. Robério Camilo.
Data ainda não marcada, mas provavelmente ainda neste mês de março.

sábado, 5 de março de 2011

QUARESMA 2011

A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão à conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
É costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades. O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.
A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando à transformação das injustiças sociais. Este ano a Campanha da Fraternidade nos apresenta um tema muito em evidência a preocupação com o meio ambiente e nos traz como tema: FRATERNIDADE E A VIDA NO PLANETA. E seu lema: “A CRIAÇÃO GEME EM DORES DE PARTO” (Rm 8,22).
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa.
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e, portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como sexta-feira santa, que celebra a morte do Senhor, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos. Sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.

Pe.Jonerikson Gomes
Vigário paroquial de Macaíba/RN.

Fonte: CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
Arquidiocese de São Paulo - Vicariato da Comunicação

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

TERÇO DOS HOMENS NO DISTRITO DO MATÃO COMPLETA 8 ANOS

No último dia 19/02, a equipe da PASCOM Poço Branco esteve no Matão, distrito de Taipu, para um momento de louvor e oração em ação de graças pelos 8 anos do Terço dos Homens naquela comunidade.
Com uma recepção aconchegante, o povo recebeu a equipe com muito entusiasmo e participaram ativamente e fervorosamente do momento de louvor. O Terço dos Homens é rezado na capela de Nossa Senhora Aparecida e a participação tem sido bastante fiel pelos homens da comunidade.
Que a bênçãos do Pai Eterno, pela intercessão de Nossa Senhora, possam ser derramadas sobre todas as famílias através do fervor desses homens que ouviram o chamado à oração.











  Paróquia de Nossa Senhora do Livramento tem novo site A Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, de Taipu e Poço Branco, lançou um novo si...